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Santa Missa: oração/silêncio e ritos iniciais

Liturgia

“A Missa significa repercorrer o calvário, não é um espetáculo” (Papa Francisco)

Irmão Rafael Pedro Susrina, PSDP

Buscando estar imbuídos do Espirito Santo, queremos prosseguir os encaminhamentos e reflexões, não divagações, sobre a Liturgia; dando início aos Ritos Iniciais. Para recordar o caminho percorrido, e, ao mesmo tempo, dar o ‘norte’ desta reflexão, fiquemos com as palavras do Papa Francisco: “É este o significado da Missa: entrar na paixão, morte, ressurreição, ascensão de Jesus; quando vamos à Missa é como se fôssemos ao calvário, a mesma coisa. Mas pensai: no momento da Missa vamos ao calvário e sabemos que aquele homem ali é Jesus. Mas, será que nos permitiríamos conversar, tirar fotografias, dar um pouco de espetáculo? Não! Porque é Jesus! Certamente estaríamos em silêncio, no pranto e também na alegria de sermos salvos. Quando entramos na Igreja para celebrar a Missa pensemos nisto: entro no calvário, onde Jesus oferece a sua vida por mim. E assim desaparece o espetáculo, desaparecem as tagarelices, os comentários e estas coisas que nos afastam de algo tão bonito que é a Missa, o triunfo de Jesus.”1

Irmãos, celebrar a Santa Missa é participar da Oração por excelência da Igreja. Oração é diálogo com Deus. Oração é rezar. Rezar, em compensação, não significa dizer que é usar de palavras (falar), pois o silêncio é um elemento importante da Oração, e mais, é importantíssimo na Missa. O Papa chama a atenção para esta realidade, muito presente em nossas comunidades: “quando vamos à Missa, talvez cheguemos cinco minutos antes e começamos a falar com quem está ao nosso lado. Mas não é o momento para falar: é o momento do silêncio a fim de nos prepararmos para o diálogo. É o momento de se recolher no coração a fim de se preparar para o encontro com Jesus. O silêncio é tão importante!”2 O Padre Inácio de Larrañaga, diz que “tudo que é definitivo nasce e amadurece no seio do silêncio: a vida, a morte, o além, a graça, o pecado. [...] Silêncio é o novo nome de Deus. Penetra tudo, cria, conserva e sustém tudo, e ninguém percebe. [...] Deus ‘é’ silêncio, desde sempre e para sempre. Opera silenciosamente nas profundidades das almas.”3

Na Santa Missa existem inúmeros momentos para expressar nossa fala, externar nosso ânimo e alegria. Em compensação existem outros que exigem o silêncio, para que, assim, possamos permanecer juntamente com Deus, ouvindo a Sua voz. “Oportunamente, como parte da celebração deve-se observar o silêncio sagrado. A sua natureza depende do momento em que ocorre em cada celebração. Assim, no ato penitencial e após o convite à oração, cada fiel se recolhe; após uma leitura ou à homilia, meditam brevemente o que ouviram; após a Comunhão, enfim, louvam e rezam a Deus no íntimo do coração. Convém que já antes da própria celebração se conserve o silêncio na Igreja, na sacristia, na secretaria e mesmo nos lugares mais próximos, para que todos se disponham devota e devidamente para realizarem os sagrados mistérios.”4 (Instrução Geral do Missal Romano, n. 45)5

O Papa Francisco além de nos questionar sobre o silêncio, o faz também sobre a veracidade de nossa oração: “Na nossa relação com o Senhor, deixamo-nos surpreender ou pensamos que a oração é falar a Deus como fazem os papagaios? Não, é confiar e abrir o coração para se deixar surpreender. Deixamo-nos maravilhar por Deus que é sempre o Deus das surpresas? Porque o encontro com o Senhor é sempre um encontro vivo, não é um encontro de museu. É um encontro vivo e nós vamos à Missa e não a um museu. Vamos a um encontro vivo com o Senhor.”6 Interessante darmo-nos conta que o encontro vivo que o Papa fala não é contrário ao calvário, por isso é importante nos questionarmos: o que ‘eu’ entendo por “encontro vivo com o Senhor”? É algazarra, dança, criatividade, exibicionismo, novidade, gritos... isto vai de encontro ao calvário? Irmãos, a nossa oração sincera brota do coração, da relação que nasceu do encontro íntimo e profundo com o Senhor, do encontro vivo, não de uma deturpação de significados, sentidos e justificativas.

Ritos iniciais

A Santa Missa é composta por duas partes: Liturgia da Palavra e Liturgia Eucarística, introduzidas pelos Ritos Iniciais e concluídas com os Ritos Finais. Os Ritos Iniciais são constituídos pela: Entrada, Saudação, Ato Penitencial, Kýrie, Glória e Oração do dia. Tendo o caráter de exórdio (abertura), introdução e preparação. “A finalidade dos ritos é fazer com que os fiéis, reunindo-se em assembleia, constituam uma comunhão e se disponham para ouvir atentamente a palavra de Deus e celebrar dignamente a Eucaristia” (IGMR, n. 46).

Entrada

O povo reunido, enquanto o bispo, o sacerdote e o diácono, devidamente paramentados, dirigem-se ao presbitério, juntamente com os ministros; inicia-se o cântico de entrada. “A finalidade desse canto é abrir a celebração, promover a união da assembleia, introduzir no mistério do tempo litúrgico ou da festa, e acompanhar a procissão do sacerdote e dos ministros” (IGMR, n. 47).

Saudação

“Chegando ao presbitério, o sacerdote, o diácono e os ministros saúdam o altar com uma inclinação profunda. Em seguida, em sinal de veneração, o sacerdote e o diácono beijam então o altar e, se for oportuno, o sacerdote incensa a cruz e o altar” (IGMR, n. 49); havendo “no presbitério tabernáculo com o Santíssimo Sacramento, o sacerdote, o diácono e os outros ministros fazem genuflexão, quando chegam ao altar, e quando dele se retiram, não, porém, durante a própria celebração da Missa. Também fazem genuflexão todos os que passam diante do Santíssimo Sacramento, a não ser que caminhem processionalmente. Os ministros que levam a cruz processional e as velas, em vez de genuflexão, fazem inclinação da cabeça” (IGMR, n. 274).

O Papa dedica uma explicação especial do porquê se incensa o altar: “porque o altar é Cristo: é figura de Cristo. Quando fitamos o altar, olhamos precisamente para onde está Cristo. O altar é Cristo. Estes gestos, que correm o risco de passar despercebidos, são muito significativos, porque exprimem desde o início que a Missa é um encontro de amor com Cristo. [...] toda a comunidade em volta do altar, que é Cristo; não para olhar na cara, mas para fitar Cristo, porque Cristo está no centro da comunidade e não longe dela.”7

“Executado o canto de entrada, o sacerdote, de pé junto à cadeira, com toda a assembleia faz o sinal da cruz; a seguir, pela saudação, expressa à comunidade reunida a presença do Senhor. Essa saudação e a resposta do povo exprimem o mistério da Igreja reunida. Feita a saudação ao povo, o sacerdote, o diácono ou outro ministro, pode com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia” (IGMR, n. 50).

Um detalhe importante contido na Instrução e esquecido por muitos, é de que o ‘sacerdote, junto à cadeira, faz o sinal da cruz’; está dito ‘junto à cadeira’ e não junto ao altar, ou seja, deveria ser um lugar afastado do altar; entretanto a reflexão sobre espaço sagrado será tema de próximos artigos. Interessante perceber também, que o acréscimo desta última frase na nova edição do Missal, apresenta uma realidade que por décadas, foi vivenciada de forma errônea. E que agora nos é apresentado o melhor lugar para colocar o popular “comentário inicial”, que não deveria receber este nome, pois o seu objetivo não é comentar nada; mas simplesmente introduzir os fiéis na Missa. Além de ter presente que o seu uso não é obrigatório, mas facultativo; podendo, assim, por meio de sua repetição diária, criar uma prática dentro das Igrejas particulares, que não está prevista. Tendo em conta que a introdução deve ser feita ‘com brevíssimas palavras’ e após a saudação do presidente.

Dentro deste ponto percebe-se a ausência de informação sobre as “intenções da Santa Missa”, que também não deveriam ser feitas como acontecem em muitas de nossas Igrejas pelo Brasil. O momento correto para que os fiéis apresentem suas intenções é no momento da ‘Oração’, sem lê-las. Mesmo assim, saliento que as ‘intenções pelos falecidos’ têm seu momento próprio na Oração Eucarística, que também não devem ser lidas, exceto os casos particulares, que veremos posteriormente.

O Papa Francisco explica o sinal da cruz: “o sacerdote que preside faz o sinal e de igual modo o fazem todos os membros da assembleia, conscientes de que o ato litúrgico se realiza ‘em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo’. E aqui passo para outro tema muito pequeno. Vistes como as crianças fazem o sinal da cruz? Não sabem o que fazem: às vezes fazem um desenho, que não é o sinal da cruz. Por favor: mãe e pai, avós, ensinai às crianças, desde o início - desde pequeninos - a fazer bem o sinal da cruz. E explicai-lhes que significa ter a cruz de Jesus como proteção. E a Missa começa com o sinal da cruz.”8

Para o Papa Bento XVI “o Sinal da Cruz é a suma da nossa fé, e fazendo-o com o coração atento, entramos no pleno mistério da nossa salvação.”9 Queremos estar unidos ‘Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo’ e não em nome do padre fulano ou ciclano, por mais simpático, carismático que ele seja. Não podemos traçar o sinal da cruz sobre nós, sem estarmos atentos e vive-lo consciente e sinceramente.

O Papa Francisco diz que “fazendo o sinal da cruz, não só recordamos o nosso Batismo, mas afirmamos que a prece litúrgica é o encontro com Deus em Jesus Cristo, que por nós se encarnou, morreu na cruz e ressuscitou glorioso.”10

Após o Sinal da Cruz o sacerdote dirige-se a todos com uma saudação. O Papa Francisco explica que esta saudação “exprime a fé comum e o desejo recíproco de estar com o Senhor e de viver a unidade com a humanidade inteira.”11

Ato Penitencial

“Em seguida, o sacerdote convida para o ato penitencial que, após breve pausa de silêncio, é realizado por toda a assembleia através de uma fórmula de confissão, e concluído pela absolvição do sacerdote, absolvição que, contudo, não possui a eficácia do sacramento da Penitência. Aos domingos, particularmente no Tempo Pascal, em lugar do ato penitencial de costume, pode-se fazer, por vezes, a bênção e aspersão da água em recordação do batismo” (IGMR, n. 51).

O presbítero, ao dizer: ‘Irmãos e irmãs, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios’ convida cada participante da Missa a recolher-se um momento, preenchendo-o com um ato interior de arrependimento, que brota da consciência de sua condição pecadora. O Papa afirma: “ouvir em silêncio a voz da consciência permite reconhecer que os nossos pensamentos estão distantes dos pensamentos divinos, que as nossas palavras e as nossas ações são muitas vezes mundanas, isto é, guiadas por escolhas contrárias ao Evangelho.”12 Pois, “o Ato penitencial nos ajuda a despojar-nos das nossas presunções e a apresentar-nos a Deus como realmente somos, conscientes de sermos pecadores, na esperança de sermos perdoados.”13

Kýrie

“Depois do ato penitencial inicia-se sempre o Senhor, tende piedade (Kýrie, eléison), a não ser que já tenha sido rezado no próprio ato penitencial. Tratando-se de um canto em que os fiéis aclamam o Senhor e imploram a sua misericórdia, é executado normalmente por todos, tomando parte nele o povo e o grupo de cantores ou o cantor” (IGMR, n. 52).

Glória

“O Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. O texto deste hino não pode ser substituído por outro. Entoado pelo sacerdote ou, se for o caso, pelo cantor ou grupo de cantos, é cantado por toda a assembleia, ou pelo povo que o alterna com o grupo de cantores, ou pelo próprio grupo de cantores. Se não for cantado, deve ser recitado por todos juntos ou por dois coros dialogando entre si. É cantado ou recitado aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma, nas solenidades e festas, e ainda em celebrações especiais mais solenes” (IGMR, n. 53).

O Papa Bento XVI expressa que “o Glória ressalta a continuidade existente entre o nascimento e a morte de Cristo, entre o Natal e a Páscoa, aspectos inseparáveis do único e mesmo mistério de salvação. O Evangelho narra que a multidão angélica cantava: ‘Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado’. Os anjos anunciam aos pastores que o nascimento de Jesus ‘é’ glória para Deus nas alturas; e ‘é’ paz na terra aos homens do seu agrado. [...] A palavra ‘glória’ (doxa) indica o esplendor de Deus que suscita o louvor agradecido das criaturas.”14 O Papa amplia a reflexão em outra oportunidade “A Igreja ampliou, no hino ‘Glória...’, este louvor que os anjos entoaram a vista do acontecimento da Noite Santa, fazendo dele um hino de júbilo sobre a glória de Deus. ‘Nós Vos damos graças por vossa imensa glória’. Nós Vos damos graças pela beleza, pela grande, pela tua bondade, que, nesta noite, se tornam visíveis para nós.”15 Percebemos, desta forma a beleza do Glória, a importância de reza-lo ou cantá-lo por meio do único texto permitido. Para que nenhum elemento espiritual deste louvor seja omitido ou esquecido. Tendo uma única fórmula para melhor dar graças a Deus, reconhecendo a sua glória. Assim, como os anjos fazem, que ao rodeá-lo “[...] transmitem, primeiro, a pura e simples alegria pela percepção da glória de Deus”.

Oração do dia (coleta)

“O sacerdote convida o povo a rezar, todos se conservam em silêncio com o sacerdote por alguns instantes, tomando consciência de que estão na presença de Deus e formulando interiormente os seus pedidos. Depois o sacerdote diz a oração que se costuma chamar ‘coleta’, pela qual se exprime a índole da celebração. [...] O povo unindo-se à súplica, faz sua a oração pela aclamação Amém. Na Missa sempre se diz uma única oração do dia” (IGMR, n. 54).

“O recolhimento e o silêncio são indispensáveis para entrar em colóquio com Deus. Agora é o momento de acabar com qualquer distração e dispor-se interiormente para a oração. Antes da prece sacerdotal, há a prece silenciosa, íntima de todos. A oração pública do sacerdote, portanto, pressupõe a oração da assembleia. Só assim ele poderá se colocar como porta-voz do povo.”16

Papa Francisco explana que “o silêncio não se reduz à ausência de palavras, mas consiste em predispor-se a ouvir outras vozes: a do nosso coração e, sobretudo, a voz do Espírito Santo. [...] Portanto, antes da oração inicial, o silêncio ajuda a recolher-nos em nós mesmos e a pensar por que estamos ali. Eis, então, a importância de ouvir o nosso espírito para o abrir depois ao Senhor. Talvez tenhamos vivido dias de cansaço, de alegria, de dor, e queremos dizê-lo ao Senhor, invocar a sua ajuda, pedir que esteja próximo de nós; temos familiares e amigos doentes, ou que atravessam provações difíceis; desejamos confiar a Deus o destino da Igreja e do mundo. É para isto que serve o breve silêncio antes que o sacerdote, recolhendo as intenções de cada um, recite em voz alta a Deus, em nome de todos, a oração comum que conclui os ritos de introdução, realizando precisamente a ‘coleta’ das intenções individuais. Recomendo vivamente aos sacerdotes que observem este momento de silêncio e não se apressem: ‘oremos’, e que se faça silêncio. Recomendo isto aos presbíteros. Sem este silêncio, corremos o risco de descuidar o recolhimento da alma.

O sacerdote recita esta súplica, esta oração de coleta, de braços abertos: é a atitude do orante, assumida pelos cristãos desde os primeiros séculos, para imitar Cristo de braços abertos no madeiro da cruz. Ali Cristo é o Orante e, ao mesmo tempo, a oração! No Crucificado reconhecemos o Sacerdote que oferece a Deus o culto que lhe é agradável, ou seja, a obediência filial. Possa a liturgia tornar-se para todos nós uma verdadeira escola de oração”17.

“No silêncio o Senhor fala. Quem faz muito barulho não pode escutar a sua voz.” (São João Calábria)

Passo a passo

1º passo: chegar antes do início da Santa Missa; para preparar o coração em oração;
2º passo: participar ativamente da Santa Missa, dentro do ministério que vive;
3º passo: acompanhar a entrada dos ministros e os gestos que desempenham no presbitério, com atenção, cantando;
4º passo: traçar o sinal da cruz, acompanhando o presidente, sem a pronúncia do mesmo;
5º passo: responder ao presidente a saudação, com muita fé;
6º passo: recolher-se, no instante de silêncio, pedindo a misericórdia de Deus;
7º passo: glorificar a Deus Pai, com toda nossa força e vida por meio de um único texto;
8º passo: silenciar-se para apresentar a Deus os nossos pedidos;
9º passo: acompanhar a oração do dia, confirmando-a com Amém;

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1 FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 22 de nov. de 2017. Disponível em: http:// w2.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2017/documents/papa-francesco_20171122_udienza-generale.html Acesso em: 18 mar. 2020.
2 FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 15 de nov. de 2017. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2017/documents/papa-francesco_20171115_udienza-generale.html. Acesso em: 18 mar. 2020.
3 LARRANAGA, Inácio. O silêncio de Maria. 3 ed. São Paulo: Paulinas, 1977; p. 90.
4 Nota: os negritos dentro do texto da Instrução Geral do Missal Romano, são detalhes do autor, visam dar destaque a explicações que não se faziam presentes nas edições anteriores do Missal Romano.
5 Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos. Instrução Geral do Missal Romano e Introdução ao Lecionário, 7º ed. Brasília: Edições CNBB, 2018.
6 FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 15 de nov. de 2017. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2017/documents/papa-francesco_20171115_udienza-generale.html. Acesso em: 18 mar. 2020.
7 FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 15 de nov. de 2017. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2017/documents/papa-francesco_20171115_udienza-generale.html. Acesso em: 18 mar. 2020.
8 - Ibidem.
9 BENTO, Papa. Audiência Geral, 17 de set. de 2008. Disponível em: http:// www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/audiences/2008/documents/hf_ben-xvi_aud_20080917.html. Acesso em: 18 mar. 2020.
10 FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 20 de dez. de 2017. Disponível em: http://www.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2017/documents/papa-francesco_20171220_udienza-generale.html. Acesso em: 18 mar. 2020.
11 Ibidem.
12 FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 3 de jan. de 2018. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2018/documents/papa-francesco_20180103_udienza-generale.html. Acesso em: 22 mar. 2020.
13 Ibidem.
14 BENTO, Papa. Audiência Geral, 27 de dez. de 2006. Disponível em: http://www.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/audiences/2006/documents/hf_ben-xvi_aud_20061227.html. Acesso em: 22 mar. 2020.
15 BENTO, Papa. Homilia na Santa Missa da Noite de Natal, 24 de dez. de 2010. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/benedict-xvi/pt/homilies/2010/documents/hf_ben-xvi_hom_20101224_christmas.html. Acesso em: 22 mar. 2020.
16 ASSUNÇÃO, Rudi Albino de. O sacrifício da palavra: a liturgia da Missa segundo Bento XVI. Campinas: CEDET, 2016. p. 101.
17 FRANCISCO, Papa. Audiência Geral, 10 de jan. de 2018. Disponível em: http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/audiences/2018/documents/papa-francesco_20180110_udienza-generale.html. Acesso em: 22 mar. 2020.

SUSRINA, Rafael Pedro. Revista A Ponte Ed. 3/2020.