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O que a espiritualidade calabriana tem a oferecer?

Espiritualidade Calabriana

Eda Malinverno participa do Grupo de Leigos Calabrianos de Farroupilha, Rio Grande do Sul. Ela também é irmã externa e partilha conosco um pouco de sua história e espiritualidade.

 Como me sinto como Leiga Calabriana?

 O convite para ingressar na Família Calabriana veio através do Padre Caetano há muito tempo. Eu já conhecia e admirava o trabalho dos Pobres Servos aqui em Farroupilha, e fiquei muito feliz com o convite. 

Padre Caetano com toda a sua simpatia, acolhia-nos todas as tardes das sextas-feiras, e nos orientava segundo o Carisma Calabriano. Éramos quatro amigas, três fizemos as Promessas. Procurei participar sempre dos encontros mensais e retiros. Como dizia a Irmã Glória: “Ser irmão externo é uma grande graça, mas também uma grande responsabilidade”, repetindo as palavras de São João Calábria. 

Aos poucos fui internalizando os ensinamentos de São João Calábria e modificando algumas atitudes que não condiziam com o Carisma Calabriano. Gosto muito do convívio com sacerdotes, irmãos, irmãs e meus amigos irmãos externos. Se posso ajudar, eu ajudo. Quando não posso, procuro deixar uma mensagem de esperança e de confiança em Deus Pai providente.

 Na minha atividade de catequista também procuro demostrar carinho com todos que Deus coloca em meu caminho: crianças, jovens e adultos. Tenho cuidado com o que eu falo e faço, sei que o exemplo é a melhor maneira de educar.

 Quanto à oração, o pertencimento à Família Calabriana, tem me feito sentir a necessidade de rezar principalmente pelos doentes, pelos mais necessitados. Ainda não me concentro muito quando rezo sozinha, por isso prefiro ir à missa e participar de grupos de famílias.

 Sei que tenho muito a melhorar em meus relacionamentos e apegos às coisas materiais, mas como dizia São João Calábria: Hoje começo de novo!